“A Casa da Moeda implantou os equipamentos mais modernos que temos para impressão de papel-moeda. Isso é importante porque sabemos que há muita falsificação. Se você não faz um produto sofisticado, ele pode ser falsificado. E esse novo produto [as cédulas] é à prova de falsificação. É claro que os falsários sempre são criativos, mas eles vão demorar muito tempo para superar a qualidade tecnológica dessas notas”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participou da inauguração das máquinas na Casa da Moeda, no dia 06 de agosto, no Rio de Janeiro.
Meireles afirmou que as notas atuais continuarão valendo, juntamente com as novas cédulas. A expectativa é completar a substituição no prazo de dois a três anos. Ele disse também que o Banco Central ainda não se decidiu se a nota de R$ 1, retirada de circulação há alguns anos, voltará a circular com a nova família de cédulas.
As notas de R$ 50 e R$ 100 serão as primeiras a entrar em circulação.
